segunda-feira, 24 de janeiro de 2011




Bleed, Child, bleed.

Cause now you're in darkness...
... And darkness never sleep.

Stay, Dear, stay.
Midnightmare is just starting...
And its your new way.

Don't run, don't run...
You aren't enogh to the new world...
Together I'm sure we'll have fun.



And this whispers in my head, is just killin' me.
I need to be faithfull, I need to try...
So maybe I can scape from myself.
Its hard to know so much, its hard to scape when your freedom is gone.
... When you're gone.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

R.



Ao olhar fundo nos teus olhos, ví o mais profundo medo de errar...
Deixei meu impulso pertinente, para a destruição não alimentar.
Seus olhares, mais que seus olhos, me prendem sem perceber,
Da sua vontade, sou suspeita, por sempre me perder.

Me lembro de cada abraço seu...
Cada noite que me aqueceu.
E seus lábios á me encontrar,
Seu sorriso á me acompanhar.

Você sim me faz bem e sabe...
Como se meus sonhos agora tivessem um encaixe.
Da minha vida, do meu destino há muito já faz parte,
E não há nome do mundo que então desate.

Não deixe secar nossas rosas vermelhas,
Não apague teu eu em meio ás minhas friezas.
Faz-me tão bem com seus beijos,
E que temos cresce sem rodeios.

São sentimentos, e não sensações...
Entre olhares demos adeus á tentações.
Dispostos então á fazer funcionar,
Não há fins para mencionar.

Deixe-me cuidar do teu futuro,
Te ver se tornar maduro.
Quero ser quem te acompanhará na vida,
Não somente mais uma esperança perdida.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011


Sentes e entendes aquilo que bem deseja;
Olhas apenas á sua frente.
Já não importa se algo importante padeça;
Se não tentas fingimento, mente.


Teus sorrisos e olhares cravados em futeis pertences;
Apenas cria e recria velhos interesses.
Suas palavras quase sempre reconfortantes;
Suas críticas então humilhantes.


Critica, diz, desdiz e dita;
As páginas que sutilmente escrevi, reedita.
Tua vida que julgas tão bendita;
Que ouça e escreva a minha dica.


Não há diferenças o que abomina,
Com aquilo que até então indica.
Cria em ti fotos perfeitas,
Para esconder bondades desfeitas.


Mostra a vida com a qual se orgulha,
Sem alcool, química, agulha...
Nunca reparou que aquilo que diz não merecer,
Se comporta exatamente como você.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

End of hope


Eu queria pedir que nunca se fosse;

Que parasse por um segundo e esperasse por mim.

Não sei exatamente o que significa isso;

Não vou dar certezas e me enganar.

Já não deixo nada á perder...

Como um dia deixei.

Pois talvez seja essa a perfeição...

A falta de você.

Me engano o tempo todo, e engano á quem me ama.

Engano á aqueles que digo verdades, á aqueles que ouço.

Engano á ti, pois enganas á mim.

E dá para mim a incerteza cruel, ou certeza fiel.

Teu abraço já é o máximo que posso ter, desde que anseio por mais;

Irmandade, amizade... impotente sentido que a vida me traz.

Já não faz sentido esperar, após tantos anos atras...

Nos quais me lavei no ardor das suas palavras banais.

O que queres que eu diga?

Que não vivo sem ti, que quero-te por perto?

Em brincadeiras e falsas ironias deixo claro...

Em entrelinhas isso está concreto.

Não vou dizer, me recuso á me render...

Pois talvez isso seja o pior á se fazer...

Talvez a melhor forma de te amar,

É nunca te ter.