" And now the beat inside of me, is a sort of a cold breeze.
And I've never never feeling inside but,
Around me, I bring my body carry into another world.
I know I live but like a stone I'm falling down. "
Nada mais resta do que existia dentro do meu peito.
Um oco, esfumaçado de dor, com algumas lembranças sem significado.
Você fez do meu eu, algo pior do que eu poderia imaginar.
Nunca pude ver tanto perigo em um só sentimento.
Um sentimento, uma pessoa, que controlou por tempos a minha vida, meus desejos.
Eu te quis! Te quis como nunca antes quis alguém.
Sacrifiquei tudo e qualquer coisa que eu poderia sacrificar, somente por você.
Deixei quem me amou, fui irresponsável, mas não impulsiva.
Te ter aquela noite, não foi um impulso...
Foi o tempo me dizendo que era o fim da minha espera.
Eu acreditei em você.
Acreditei como ninguém nunca antes ou mesmo agora já acreditou.
Confiei e amei sinceramente, como nunca antes.
Estive por todos os dois anos, inteiros, por cada mês, dia, hora e segundo á sua espera.
Eu estimei que fosse quem eu mais precisava, anseava...
Odeio dizer isso com tanta certeza, com tanta verdade.
Mas eu realmente te amei.
Eu nunca amei quem me amava, quem sentia algo real por mim... Mas você...
Você que por tempos desfez, que nunca demonstrou, que com uma mão dava e com outra tirava...
Você me encantou.
E hoje, nada mais restou.
Com uma noite, ao conseguir o que queria, perdí tudo o que tinha.
O pior é ter certeza do mais cruel.
É que ainda que perdendo tudo o que tinha, a minha maior dor foi ter te perdido por completo, acima de tudo.
Dói pensar na falta da sua companhia, das nossas histórias e pensamentos em comúm. Dói lembrar de cada dia, tarde e noite em que tinhamos o tudo e o nada juntos.
Dói lembrar dos significados ocultos que só nós sabíamos dentro de músicas, palavras, dentro de nós dois.
Onde foi parar tudo isso?
Por algum lado, ainda penso que talvez sinta falta.
Talvez daquela música cuja tradução foi tão embaraçosa de ser feita, pois explicava tudo de forma prolixa e embora dificil de entender, nós dois, sem falar, sabíamos.
A importância dela era prolixa... Mas nós entendíamos.
E aquela que dizia o que esperávamos de nós dois, que simplesmente nunca foi dita, mas lembra de nós, pois sabíamos o que corria ao redor dela?
E enquanto á que explicava exatamente nossa noite?
Elas se foram, mas eu as guardo.
Não as ouvir, não me cura da dor.
Não, não existe mais esperança, já não tenho a mesma confiança, já nem quero mais o que tanto anseei...
Mas essas músicas, aqueles momentos, aqueles abraços e dias confortáveis... Isso não sai da minha cabeça, não deixou ainda o meu coração.
Eu sinto falta de viver aquilo, mesmo que eu saiba que jamais trocaria o que vivo agora por aquele passado.
Mas me sufoca não mais te ter por perto, me sufoca sentir sua falta, mesmo depois de tanta decepção.
Eu sinto falta á cada palavra inglesa, á cada banda, á cada adjetivo, á cada vez que leio o que você escrevia.
Não te quero mais, não te amo mais...
Mas nunca consegui, depois de tanto ter vivido, te esquecer.
Desejo um milagre, qualquer coisa... Agora mesmo, só desejava te abraçar.
Abraçar forte e nunca, nunca mais soltar.
Mas um dia, é preciso deixar o que amamos, por amar á nós mesmos.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Apenas mais uma.
Eu quis olhar, mas não demonstrar...
Eu quis sorrir, não denunciar.
Eu quis beijar, talvez abraçar...
Eu quis isso tudo, sem me interessar.
Pois eis que de repente algo paira no ar...
Seu cheiro á dominar.
Meus sensíveis sentidos temem acordar,
Porém meus bloqueios decidiram me deixar.
Seus olhos tão certos sobre o que fazer, o que dizer...
Sua forma de olhar.
Talvez alguns outros gestos que fizer,
Possam sutilmente me guiar.
Eu subitamente olhei para o lado, anestesiada.
Você estava lá, parado, disposto á ajudar.
Parte minha totalmente paralisada...
Então seu desejo voltou á me recriar.
Era mais um de vários dias... Eu somente observava.
Seu jeito, sua voz, seus movimentos.
Talvez fosse apenas o que me importava...
Não pensar em sentimentos.
Eu não queria te olhar com esses olhos...
Não, não gostaria eu de me enganar.
Você sabe que não posso!
Porém como continuar?
Mãos tão sutís me levaram para longe,
Onde sombras se escondiam.
Como contos, sem importar onde...
Nossas verdades se descobriram.
Seus sutís lábios percorreram os meus...
Pode parecer uma estranha sensação.
Mas como sempre, algo me prendia nos teus.
Foi então que surgiu certa emoção.
Há uma insegurança dentro de nós.
Sonhos, confusões... Nossos prós.
Eu jurei não entrar em contradição...
Não acreditar novamente em paixão.
Mas seus braços me aqueceram de tal forma...
Seus lábios tão quentes e então frios á suspirar...
Mais um sentimento retorna,
Até quando poderei ouvir-te respirar?
Aquela estranha sensação de estar entre seus braços,
Te ouvindo respirar,
É quando aconchego-me nos seus abraços...
Pode dizer o que quiser, sem hesitar.
Por alguns momentos como esses, me torno sua.
É estranho, um tanto quanto contraditório, mas sorte a tua.
Pois as vezes me ganha...
E de longe minha mente em ti flutua.
O resquiço do seu cheiro na minha roupa,
Aquele ultimo sorriso...
Talvez mais uma marca...
Mais um beijo.
Eu quero deixar tudo para trás,
As vezes esquecer...
Não quero me perder mais...
Não quero precisar que venha me aquecer.
Será que é apenas essa futilidade que temos?
Ou algo que manteremos?
É apenas mais uma das diversões...
Ou um poço fundo recheado com as nossas emoções?
" Eu gosto tanto de você, que até prefiro esconder.
Deixo assim ficar subentendido.
Como uma ideia que existe na cabeça e não tem a menor pretensão de acontecer. "
Eu quis sorrir, não denunciar.
Eu quis beijar, talvez abraçar...
Eu quis isso tudo, sem me interessar.
Pois eis que de repente algo paira no ar...
Seu cheiro á dominar.
Meus sensíveis sentidos temem acordar,
Porém meus bloqueios decidiram me deixar.
Seus olhos tão certos sobre o que fazer, o que dizer...
Sua forma de olhar.
Talvez alguns outros gestos que fizer,
Possam sutilmente me guiar.
Eu subitamente olhei para o lado, anestesiada.
Você estava lá, parado, disposto á ajudar.
Parte minha totalmente paralisada...
Então seu desejo voltou á me recriar.
Era mais um de vários dias... Eu somente observava.
Seu jeito, sua voz, seus movimentos.
Talvez fosse apenas o que me importava...
Não pensar em sentimentos.
Eu não queria te olhar com esses olhos...
Não, não gostaria eu de me enganar.
Você sabe que não posso!
Porém como continuar?
Mãos tão sutís me levaram para longe,
Onde sombras se escondiam.
Como contos, sem importar onde...
Nossas verdades se descobriram.
Seus sutís lábios percorreram os meus...
Pode parecer uma estranha sensação.
Mas como sempre, algo me prendia nos teus.
Foi então que surgiu certa emoção.
Há uma insegurança dentro de nós.
Sonhos, confusões... Nossos prós.
Eu jurei não entrar em contradição...
Não acreditar novamente em paixão.
Mas seus braços me aqueceram de tal forma...
Seus lábios tão quentes e então frios á suspirar...
Mais um sentimento retorna,
Até quando poderei ouvir-te respirar?
Aquela estranha sensação de estar entre seus braços,
Te ouvindo respirar,
É quando aconchego-me nos seus abraços...
Pode dizer o que quiser, sem hesitar.
Por alguns momentos como esses, me torno sua.
É estranho, um tanto quanto contraditório, mas sorte a tua.
Pois as vezes me ganha...
E de longe minha mente em ti flutua.
O resquiço do seu cheiro na minha roupa,
Aquele ultimo sorriso...
Talvez mais uma marca...
Mais um beijo.
Eu quero deixar tudo para trás,
As vezes esquecer...
Não quero me perder mais...
Não quero precisar que venha me aquecer.
Será que é apenas essa futilidade que temos?
Ou algo que manteremos?
É apenas mais uma das diversões...
Ou um poço fundo recheado com as nossas emoções?
" Eu gosto tanto de você, que até prefiro esconder.
Deixo assim ficar subentendido.
Como uma ideia que existe na cabeça e não tem a menor pretensão de acontecer. "
domingo, 24 de abril de 2011
O pseudo-fim do "talvez" psicológico
Fico á procura das suas respostas, ás minhas perguntas explícitas.
Sinto talvez, um tanto de falta...
Regada de sonhos e medos.
Lembro do que quero lembrar, mas tento curar essa cegueira com atitudes falhas.
Sou sempre eu, sempre meus medos, meus traumas, meus desejos...
Desejos que colidem, que se contradizem.
Ora, eu gostaria de ser mais simples...
Mas onde se encontraria a graça?
Sim, é o brilho da vida ter dúvidas.
Mas e então? Honrará minha companhia, minha sinceridade?
Estará aqui sempre que puder, me dando apenas o que pode cobrar de mim?
Ou será mais um fútil brinquedo com o qual antes mesmo de brincar, guardarei com tantos outros?
Eu te esquecerei... Sim, eu esquecerei se não tornar-se notável antes do fim do seu tempo.
É, há um tempo!
Se quer fazer alguma diferença, sem vontades fúteis, corra. Pois há um tempo, uma paciência, um tempo á ser seguido e talvez sem dores terminar.
Se quiser alguma futilidade suja, espere de mim frieza.
Se quer sinceridade, entrega limpa... Passando no teste do tempo, talvez possa ser uma realidade um dia.
Se já não sabe o que quer, o tempo nos dirá o certo á ser feito.
Mas o tempo não costuma ter piedade daqueles que não o aproveitam.
E minha vida, meu coração... Também não espera.
E na primeira oportunidade vai embora a disposição, o pseudo-sentimento, a vontade.
Repare tuas ações, pois espero de tudo e sei lidar.
Logo, querido... Á qualquer momento posso ir embora.
E acredite, não costumo voltar.
Sinto talvez, um tanto de falta...
Regada de sonhos e medos.
Lembro do que quero lembrar, mas tento curar essa cegueira com atitudes falhas.
Sou sempre eu, sempre meus medos, meus traumas, meus desejos...
Desejos que colidem, que se contradizem.
Ora, eu gostaria de ser mais simples...
Mas onde se encontraria a graça?
Sim, é o brilho da vida ter dúvidas.
Mas e então? Honrará minha companhia, minha sinceridade?
Estará aqui sempre que puder, me dando apenas o que pode cobrar de mim?
Ou será mais um fútil brinquedo com o qual antes mesmo de brincar, guardarei com tantos outros?
Eu te esquecerei... Sim, eu esquecerei se não tornar-se notável antes do fim do seu tempo.
É, há um tempo!
Se quer fazer alguma diferença, sem vontades fúteis, corra. Pois há um tempo, uma paciência, um tempo á ser seguido e talvez sem dores terminar.
Se quiser alguma futilidade suja, espere de mim frieza.
Se quer sinceridade, entrega limpa... Passando no teste do tempo, talvez possa ser uma realidade um dia.
Se já não sabe o que quer, o tempo nos dirá o certo á ser feito.
Mas o tempo não costuma ter piedade daqueles que não o aproveitam.
E minha vida, meu coração... Também não espera.
E na primeira oportunidade vai embora a disposição, o pseudo-sentimento, a vontade.
Repare tuas ações, pois espero de tudo e sei lidar.
Logo, querido... Á qualquer momento posso ir embora.
E acredite, não costumo voltar.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Decepção, traição, mentira.
Então a história começou...E morreu onde se iniciou. Eu gostaria de deixar o que fiz de lado...De esquecer o que passei ao teu lado, Assim poderia ser feliz.Gostaria de saber qual a escolha certa...Quero ter á ele, não posso esquecer de ti e do que pudemos fazer por simples cobiça.Simples cobiça mútua.Óh, infidelidade intrigante...Dores passam, lembranças ficam... Onde se encontra então a verdade?O que, afinal, sinto agora?Ódio da tua vunerabilidade voraz?Dor de ter largado aquele que me devorou de amores?Talvez dentro de mim, bem lá no fundo... haja um coração, afinal... Curo eu as dores com mentiras? Deixo toda essa decepção tomar conta de mim? Sofro com o fim eminente daquilo que sempre quis? Persisto no que quero, mas sei ser errado?
Esse triângulo já não me agrada mais. Ora pois, se não sou o centro da atenção, precisa mais?
Não tenho mais teus lábios, nem o carinho infantil de quem me acompanhou. Não tenho mais o poder de controlar a situação... Como devo eu gostar disso então? Não há mais motivos para me enganar. Só há como dizer... adeus.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Oh, medíocre revolta...
Paciência... Eu a tive, eu esperei... Eu quis. Tanto quis que nada poderia interromper. Eu quis você e ainda quero. Mas chega um ponto na vida, no qual não há como continuar. Essa forma doentia de levar a vontade de anos mais á sério que a honestidade. Não, não é desculpa! Nunca foi e agora é menos ainda. Faço minhas escolhas, crio meu futuro e já cansei de ouvir palavras vazias de quem, por fora, quer dizer. Me cansei de esperar, ansear... Já não é mais uma escolha, querido... É sua única opção seguir em frente com quem te queira. Pois quando menos se espera, eu me vou. Eu vou embora, não me importo com quem fica ou quem vai. Eu sou por mim! Não quero mais abraços fúteis, sem sentido. Não quero mais iludir meus lábios com o seu toque. Há uma momento de desistir pelo bem. Eis o momento. Siga suas outras opções, meu bem... Faça o que tem vontade agora. Está livre! Livre das minhas opiniões e companhia. Me quero por perto de mim mesma. Redundante? Mas faz sentido. Faz sentido pois sei que hoje, ninguém é por mim. Ninguém é por ninguém. Sou eu, meus olhos, meus sentimentos, minhas virtudes e meus defeitos. Eu vou andando sozinha, mantendo quem quer me acompanhar. Bom... O fim já sabemos, certo? domingo, 3 de abril de 2011
... But I did
Havia uma pedra,
Talvez duas imóveis pedras.
Petrificavam minha vida,
Petrificavam meus sonhos.
A realidade tirava minha vontade...
A verdade já não era a mesma.
A minha certeza há muito já era deixada...
A decisão nunca era tomada,
Mas eu a queria tomar.
Então vieram seus olhos perdidos...
Seu abraço, sua paz...
Pedras se quebraram,
Razões cessaram.
Borboletas agitaram-se
E dentro de mim algo cantava,
Gritava com fôlego e pulava por mim.
Então descobri como é possível agitar-se estando estática.
Fios e antenas sincronizavam os batimentos de pedal duplo...
Meus olhos se tornaram simples portais.
E de longe minhas borboletas chamam as suas pra perto,
Então por não virem, mais me agito.
Pode sim parecer loucura,
Esses arrepios engraçados, esses ventos frios de outono passando por mim.
A maior loucura foi ter voltado o relógio, a noite ter acabado...
E no fim de tudo, as estrelas se mostrarem para nós.
As palavras, a paz, as vontades...
Você, eu, nossa ausência de culpa.
Nós, nosso livro, nosso filme...
Nosso egoísmo, detalhismo, nossa irritabilidade mútua.
Óh, céus... Traga de volta as estrelas.
Traga de volta a paz, mas por favor...
Mantenha as borboletas, os arrepios, as verdades...
Pois eu poderia ir á loucura sendo impenetrável novamente.
Deixe os lábios, os sonhos, as palavras...
Deixe as músicas, a certeza, deixe a ausência do incansável destino.
Deixe assim, o relógio parado todas as noites...
Isso, pare o mundo, o tempo... Deixe-nos aqui.
Deixe essa noite conosco,
Deixe-a na nossa mente.
Deixe essa melodia em nossas mãos...
E nossos corações a guiarão.
sábado, 2 de abril de 2011
I'll be there for you.
" I know you know we've had some good times... Now they have their own hiding place. I can promise you tomorrow, But I can't buy back yesterday. And, baby, you know my hands are dirty. But I wanted to be your valentine. I'll be the water when you get thirsty, baby. When you get drunk, I'll be the wine. " BonJovi - I'll be there for you.
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