Fico á procura das suas respostas, ás minhas perguntas explícitas.
Sinto talvez, um tanto de falta...
Regada de sonhos e medos.
Lembro do que quero lembrar, mas tento curar essa cegueira com atitudes falhas.
Sou sempre eu, sempre meus medos, meus traumas, meus desejos...
Desejos que colidem, que se contradizem.
Ora, eu gostaria de ser mais simples...
Mas onde se encontraria a graça?
Sim, é o brilho da vida ter dúvidas.
Mas e então? Honrará minha companhia, minha sinceridade?
Estará aqui sempre que puder, me dando apenas o que pode cobrar de mim?
Ou será mais um fútil brinquedo com o qual antes mesmo de brincar, guardarei com tantos outros?
Eu te esquecerei... Sim, eu esquecerei se não tornar-se notável antes do fim do seu tempo.
É, há um tempo!
Se quer fazer alguma diferença, sem vontades fúteis, corra. Pois há um tempo, uma paciência, um tempo á ser seguido e talvez sem dores terminar.
Se quiser alguma futilidade suja, espere de mim frieza.
Se quer sinceridade, entrega limpa... Passando no teste do tempo, talvez possa ser uma realidade um dia.
Se já não sabe o que quer, o tempo nos dirá o certo á ser feito.
Mas o tempo não costuma ter piedade daqueles que não o aproveitam.
E minha vida, meu coração... Também não espera.
E na primeira oportunidade vai embora a disposição, o pseudo-sentimento, a vontade.
Repare tuas ações, pois espero de tudo e sei lidar.
Logo, querido... Á qualquer momento posso ir embora.
E acredite, não costumo voltar.
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