domingo, 24 de abril de 2011

O pseudo-fim do "talvez" psicológico

Fico á procura das suas respostas, ás minhas perguntas explícitas.
Sinto talvez, um tanto de falta...
Regada de sonhos e medos.
Lembro do que quero lembrar, mas tento curar essa cegueira com atitudes falhas.
Sou sempre eu, sempre meus medos, meus traumas, meus desejos...
Desejos que colidem, que se contradizem.
Ora, eu gostaria de ser mais simples...
Mas onde se encontraria a graça?
Sim, é o brilho da vida ter dúvidas.
Mas e então? Honrará minha companhia, minha sinceridade?
Estará aqui sempre que puder, me dando apenas o que pode cobrar de mim?
Ou será mais um fútil brinquedo com o qual antes mesmo de brincar, guardarei com tantos outros?
Eu te esquecerei... Sim, eu esquecerei se não tornar-se notável antes do fim do seu tempo.
É, há um tempo!
Se quer fazer alguma diferença, sem vontades fúteis, corra. Pois há um tempo, uma paciência, um tempo á ser seguido e talvez sem dores terminar.
Se quiser alguma futilidade suja, espere de mim frieza.
Se quer sinceridade, entrega limpa... Passando no teste do tempo, talvez possa ser uma realidade um dia.
Se já não sabe o que quer, o tempo nos dirá o certo á ser feito.
Mas o tempo não costuma ter piedade daqueles que não o aproveitam.

E minha vida, meu coração... Também não espera.
E na primeira oportunidade vai embora a disposição, o pseudo-sentimento, a vontade.

Repare tuas ações, pois espero de tudo e sei lidar.
Logo, querido... Á qualquer momento posso ir embora.
E acredite, não costumo voltar.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Decepção, traição, mentira.











Então a história começou...

E morreu onde se iniciou. Eu gostaria de deixar o que fiz de lado...

De esquecer o que passei ao teu lado, Assim poderia ser feliz.


Gostaria de saber qual a escolha certa...

Quero ter á ele, não posso esquecer de ti e do que pudemos fazer por simples cobiça.

Simples cobiça mútua.

Óh, infidelidade intrigante...

Dores passam, lembranças ficam... Onde se encontra então a verdade?

O que, afinal, sinto agora?

Ódio da tua vunerabilidade voraz?

Dor de ter largado aquele que me devorou de amores?

Talvez dentro de mim, bem lá no fundo... haja um coração, afinal... Curo eu as dores com mentiras? Deixo toda essa decepção tomar conta de mim? Sofro com o fim eminente daquilo que sempre quis? Persisto no que quero, mas sei ser errado?


Esse triângulo já não me agrada mais. Ora pois, se não sou o centro da atenção, precisa mais?


Não tenho mais teus lábios, nem o carinho infantil de quem me acompanhou. Não tenho mais o poder de controlar a situação... Como devo eu gostar disso então? Não há mais motivos para me enganar. Só há como dizer... adeus.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Oh, medíocre revolta...

Paciência... Eu a tive, eu esperei... Eu quis. Tanto quis que nada poderia interromper. Eu quis você e ainda quero. Mas chega um ponto na vida, no qual não há como continuar. Essa forma doentia de levar a vontade de anos mais á sério que a honestidade. Não, não é desculpa! Nunca foi e agora é menos ainda. Faço minhas escolhas, crio meu futuro e já cansei de ouvir palavras vazias de quem, por fora, quer dizer. Me cansei de esperar, ansear... Já não é mais uma escolha, querido... É sua única opção seguir em frente com quem te queira. Pois quando menos se espera, eu me vou. Eu vou embora, não me importo com quem fica ou quem vai. Eu sou por mim! Não quero mais abraços fúteis, sem sentido. Não quero mais iludir meus lábios com o seu toque. Há uma momento de desistir pelo bem. Eis o momento. Siga suas outras opções, meu bem... Faça o que tem vontade agora. Está livre! Livre das minhas opiniões e companhia. Me quero por perto de mim mesma. Redundante? Mas faz sentido. Faz sentido pois sei que hoje, ninguém é por mim. Ninguém é por ninguém. Sou eu, meus olhos, meus sentimentos, minhas virtudes e meus defeitos. Eu vou andando sozinha, mantendo quem quer me acompanhar. Bom... O fim já sabemos, certo?

domingo, 3 de abril de 2011

... But I did




Havia uma pedra,
Talvez duas imóveis pedras.
Petrificavam minha vida,
Petrificavam meus sonhos.

A realidade tirava minha vontade...
A verdade já não era a mesma.
A minha certeza há muito já era deixada...
A decisão nunca era tomada,

Mas eu a queria tomar.

Então vieram seus olhos perdidos...
Seu abraço, sua paz...
Pedras se quebraram,
Razões cessaram.

Borboletas agitaram-se
E dentro de mim algo cantava,
Gritava com fôlego e pulava por mim.
Então descobri como é possível agitar-se estando estática.

Fios e antenas sincronizavam os batimentos de pedal duplo...
Meus olhos se tornaram simples portais.
E de longe minhas borboletas chamam as suas pra perto,
Então por não virem, mais me agito.

Pode sim parecer loucura,
Esses arrepios engraçados, esses ventos frios de outono passando por mim.
A maior loucura foi ter voltado o relógio, a noite ter acabado...
E no fim de tudo, as estrelas se mostrarem para nós.

As palavras, a paz, as vontades...
Você, eu, nossa ausência de culpa.
Nós, nosso livro, nosso filme...
Nosso egoísmo, detalhismo, nossa irritabilidade mútua.

Óh, céus... Traga de volta as estrelas.
Traga de volta a paz, mas por favor...
Mantenha as borboletas, os arrepios, as verdades...
Pois eu poderia ir á loucura sendo impenetrável novamente.

Deixe os lábios, os sonhos, as palavras...
Deixe as músicas, a certeza, deixe a ausência do incansável destino.
Deixe assim, o relógio parado todas as noites...
Isso, pare o mundo, o tempo... Deixe-nos aqui.

Deixe essa noite conosco,
Deixe-a na nossa mente.
Deixe essa melodia em nossas mãos...
E nossos corações a guiarão.

sábado, 2 de abril de 2011

I'll be there for you.

" I know you know we've had some good times... Now they have their own hiding place. I can promise you tomorrow, But I can't buy back yesterday. And, baby, you know my hands are dirty. But I wanted to be your valentine. I'll be the water when you get thirsty, baby. When you get drunk, I'll be the wine. " BonJovi - I'll be there for you.